quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Origens de Marcell Castro

Essa página mostra um pouco sobre alguns dos antepassados de Marcell Castro, aos quais foram importantes para a história de Barra Mansa, do Vale do Paraíba Fluminense, da Região do Campo das Vertentes de Minas Gerais, do Estado do Espírito Santo, do Brasil, de Portugal, e dos reinos medievais vizinhos - Castela, Leão, Aragão, Condado de Barcelona...


Pirahy - fonte - brevescafe.net/memoriasdepirai.html
Marcell Castro é nascido e criado em Barra Mansa, e sua família está em nossa cidade desde 1916, quando os seus bisavôs Modestino Pereira Nunes e Hortência Thereza Duprat vieram da vizinha Piraí;

Descendente de cafeicultores do município de Paraíba do Sul-RJ - famílias: Pereira Nunes, Fonseca Moraes e Borges de Araújo;
E de músicos de Perdões de Lavras-MG - família Castro.

É tetraneto do Comendador Ignácio Pereira Nunes;

É pentaneto de Bento Borges de Araújo, da descendência da família real portuguesa;

Av. Domingos Mariano -
Barra Mansa - 1937 - Acervo ABH
Marcell Castro é membro da 15ª geração de Vasco Fernandes Coutinho (1º Capitão Donatário da Capitania Hereditária do Espírito Santo, fundador de Vila Velha e de Vitória);

Da 23ª geração do Rei de Portugal Dom Dinis I, e por ele descende de Afonso Xo sábio, rei de Castela, do rei Dom Afonso Henriques de Portugal; da Rainha de Aragão Dona Petronilado Conde de Barcelona Ramon Berenguer IV; de Henrique II rei da Inglaterra, e do herói Rodrigo Diaz de Vivar - El Cid Campeador.
Também descende da rainha Dona Leonor Teles de Meneses, e do seu primeiro marido João Lourenço da Cunha.
Séculos atrás, também são seus antepassados, o Imperador Carlos Magno, o misterioso judeu babilônico Aka Makhir, da casa do Rei David da Bíblia.

A seguir, alguns antepassados de destaque de Marcell Castro:

Modestino Pereira NunesAcervo Deonil da Costa


Família Pereira Nunes - As origens da família, até o século VIII - 

MODESTINO PEREIRA NUNES     
     Bisavô de Marcell Castro, Primeiro Guarda-Livros de Barra Mansa (profissão hoje chamada de contador). Nasceu em 21 de Março de 1861 em Parahyba do Sul, filho de Jacintho Pereira Nunes e Dona Perpétua da Fonseca Moraes, cresceu em Paraíba do Sul, morou também em Rio das Flores, Piraí, “Mundo Novo” talvez em Três Ilhas, distrito do atual Município de Belmiro Braga - MG onde foi proprietário junto com o irmão Alexandre Pereira Nunes e mais alguns sócios de uma estafeta.     Depois morou com a família em Porto das Flores (distrito de Rio das Flores atual Manuel Duarte), lá exerceu em 1907 o cargo de 3º Juiz de Paz. Antes de vir a Barra Mansa, morou em Pirahy, terra de sua mulher Hortência Thereza Duprat onde nasceram os primeiros filhos.
     Em 1916 já estava em Barra Mansa.

Dr. Antonio Jacintho Pereira Nunes
Acervo - D.Ilva Nunes Ferreira da Silva
ANTONIO JACINTHO PEREIRA NUNES
     Tio-Bisavô de Marcell Castro. Nasceu em 10 de Setembro de 1851 em Parahyba do Sul, irmão de Modestino, estudou no renomado Colégio do Santuário da Serra da Caraça em Minas Gerais, e depois foi à Salvador, onde estudou na famosa Faculdade de Medicina da Bahia, formado em 1884.
     Famoso médico, inventou e patenteou a aplicação do vegetal Vittis Nili ao tratamento da beri-beri.
     Nas eleições de 1902 concorreu à Vice-Presidente da República.
     Foi também em 1913 delegado de higiene em Rio das Flores, residiu em Porto das Flores, e por último estabeleceu-se em Juiz de Fora, onde cuidou de suas irmãs e sobrinhos.
     Foi casado duas vezes, a primeira com sua prima Philomena Reiz Pereira Nunes, a qual gerou aos filhos: Estela, Clóvis, Nilo, Gilberto, Clotilde; do segundo casamento com Rita de Cássia Ferreira foi pai de Maria Clara. Teve também um filho natural em Rio das Flores, chamado Mário.



JACINTHO PEREIRA NUNES
     Trisavô de Marcell Castro, nascido por volta de 1819 em Parahyba do Sul, filho de Dona Leocádia e do Comendador Ignácio Pereira Nunes. Seu avô Bento Borges de Araújo é heptaneto de Vasco Fernandes Coutinho, listado a seguir.
Sebollas - Terra dos Fonseca Moraes
     Jacintho era cafeicultor e além de Parahyba do Sul residiu também em Valença e Pirahy.
     Casou-se com Dona Perpétua Joaquina da Fonseca Moraes, filha do cafeicultor Bernardo da Fonseca Moraes, nascido em Portugal, e morador em Sebollas - atual inconfidência - Distrito de Paraíba do Sul.
     Foram pais de: Augusto, Ernestina, Antonio Jacintho, Jacintho, Presciliana, Modestino, Leocádia, Lydia, Alexandre, Maria, e Izabel.
Perpétua Pereira Nunes, e seus filhos: Ernestina, Alexandre, Maria, Antonio Jacintho e Presciliana; netos: Clovis, Nilo, Clotilde e Maria Clara, e a nora Rita - Acervo de Dona Ilva Nunes Ferreira da Silva.
BARÃO DE SÃO CARLOS - CARLOS PEREIRA NUNES
Coroa de Barão
     Tio-Trisavô de Marcell Castro. Filho do Comendador Ignácio Pereira Nunes e de Maria Luísa Gomes. Nasceu por volta de 1804, Carlos Pereira Nunes foi muito destacado em Parahyba do Sul, foi Comendador da Imperial Ordem da Rosa, era cafeicultor, e em 1877 recebeu o título de Barão. 
Segundo Pedro Gomes da Silva, "fez doações à Casa de Caridade de Paraíba do Sul, e à Sociedade de Beneficência Portuguesa no Rio de Janeiro, custeando as despesas do hospital dois meses".
Casado com Dona Florinda do Couto Nunes, foi pai de dez filhos: José Carlos, Olympia, Antônio Carlos, Joaquim Carlos, Izabel, Christovão, Balbina, Cornélio, Carlos e João Carlos.


BARÃO DO RIO DO OURO - DR. BRÁS PEREIRA NUNES
    Tio-Trisavô de Marcell Castro. Filho do Comendador Ignácio Pereira Nunes e de Dona Leocádia Pereira Nunes. Nasceu por volta de 1820, dentre seus irmãos foi o que mais se distinguiu nos estudos, se formou em São Paulo, e exerceu diversos cargos em Parahyba do Sul. gostava muito de caçadas.
Era amigo do Conselheiro Saraiva. Em 1881 recebeu o título de Barão. Teve diversos filhos naturais.

COMENDADOR IGNÁCIO PEREIRA NUNES
     Tetravô de Marcell Castro. Nascido por volta de 1767 na cidade do Rio de Janeiro, batizado na freguesia de Inhaúma, filho de Antônio Nunes da Silva e de Anna Pereira Nunes.
Casado em primeiras núpcias com Maria Luisa Gomes (falecida em 1816), teve onze filhos, das quais sete sobreviveram:
Pedra Monte Cristo na Serra das Abóboras
Reginaldo, Anna, Maria, José Ignácio, Carlos, Bárbara, Antonio.

     No início do século XIX, ou fim do XVIII, subiu a serra, e veio a habitar nos termos de Paty do Alferes, na então freguesia de Parahyba do Sul.
Se casou em segundas núpcias com Leocádia Borges de Araújo, filha de Bento Borges de Araújo e Dona Maria Joaquina Vasconcellos em 1817, gerando os filhos:
Marianna, Jacintho, Braz, Victório, Thereza, Clara, Emydgio, Innocencia.

Comenda da Ordem de Cristo
     Conta-se que era pobre, e exercia o ofício de ferreiro, dos seus começos no bairro do Inema, em Parahyba do Sul, segundo Pedro Gomes da Silva, tornou-se fazendeiro e proprietário de uma fábrica de tijolos para construção, e "aos poucos foi adquirindo terras na Serra das Abóboras"(serra entre o Rio Paraíba e o Rio Preto na divisa com Minas).

     Homem de grande prestígio, forte, e corajoso, tornou-se com o passar do tempo uma das pessoas mais importantes e afamadas do Vale do Café. As suas fazendas multiplicaram-se, dentro do seu patrimônio estavam localizadas as pedras Monte Christo, e a lendária Menina (pontos mais elevados da Serra), o seu crescimento é devido em parte ao casamento com Dona Leocádia, e também ao episódio da Revolução Liberal de 1842, a qual prestou auxílio à tropa legal do então Barão de Caxias (Luís Alves de Lima e Silva), e por isso foi condecorado por S.M. Dom Pedro II com a Comenda da Ordem de Cristo, e dessa data em diante, passa a ser conhecido
Parahyba do Sul em 1861
 como Commendador Ignácio Pereira Nunes, "senhor de muitos haveres".

Também foi Oficial da Ordem da Rosa;
Benemérito, contribui com subscrições mensais ao aumento da Marinha de Guerra do Império em 1823, para a demarcação dos limites do recém fundado Município de Parahyba do Sul, e para ajudar aos pobres do seu município.




VASCO FERNANDES COUTINHO - Primeiro Capitão Donatário do Espírito Santo
Vasco Fernandes Coutinho
pelo artista capixaba
Jeferson de Oliveira
     Antepassado em 15 gerações de Marcell Castro, (octavô de Dona Leocádia). Fidalgo do Reino de Portugal, filho de Dom Jorge de Mello e de Dona Branca Coutinho, hexaneto de Dom Afonso Sanches - filho bastardo, porém o favorito de Dom Dinis I, que mais tarde o legitimou -, Vasco Fernandes Coutinho, é dito que nasceu em 1490 em Serpa, Portugal. Valente e aventureiro, serviu El-Rey em Gôa e Malaca, sendo discípulo do grande Dom Affonso de Albuquerque (Vice-Rei da Índia Portuguesa). Tamanho são seus feitos, que a 1 de Junho de 1534 foi agraciado pelo rei Dom João III, com uma da 15 capitanias hereditárias que o Brasil fora dividido, tão logo cruzou o mar oceano e civilizou o Espírito Santo, fundou as suas primeiras vilas: Vila Velha e Vitória.
     Casado com Dona Ana Vaz de Almada, pais de Dona Catarina de Melo Coutinho - casada com Manuel Fernandes, pais de Maria Coutinho de Melo - casada com Marcos de Azeredo, o Velho (descendente de Fernando I - Rei de Leão e Castela), pais de Isabel de Azeredo Coutinho - casada com Antônio Pacheco Calheiros, que do Espírito Santo veio ao Rio de Janeiro - vereador em 1619, pais de Joana Coutinho casada com Francisco de Macedo Viegas, pais de Lucrécia Viegas Coutinho (nascida por volta de 1645) - casada com o Capitão Bento Borges de Araújo, o Velho, pais de Bento Borges de Araújo (filho), pai de Bento Borges de Araújo (neto) - Capitão de Ordenanças da Capitania do Rio de Janeiro, pai de Bento Borges de Araújo (bisneto) - Alferes, que foi de Inhomirim (na atual Magé) á Parahyba do Sul, e em 1823 arrendou a Fazenda do Governo. Este Bento Borges de Araújo é pai de Leocádia Borges de Araújo, casada com o Comendador Ignácio Pereira Nunes - tetravós de Marcell Castro.

DOM AFONSO SANCHES
Dom Afonso Sanches
por António Holanda
     Antepassado há 19 gerações de Modestino Pereira Nunes, (hexavô de Vasco Fernandes Coutinho), Dom Afonso nasceu em Cerva - Trás-os-Montes em 24 de Maio de 1289, filho bastardo de Dom Dinis I (o sexto rei de Portugal), com Dona Aldonça Rodrigues Talha.
     Homem hábil de grande talento, na política e nas letras, foi assim como o pai, um grande trovador, na atualidade nos chegaram alguns de seus poemas.
     Foi legitimado pelo rei em 1304.
     Foi educado na corte, junto aos filhos legítimos e bastardos do rei, chamado pela Rainha Isabel de Aragão (esposa de Dom Dinis).
     O Rei tinha por ele uma grande predileção, e o nome-ou Mordomo-Mór do Reino, (cargo que era a uma espécie de primeiro-ministro).
     Essa predileção, e esse talento, provocaram os protestos do seu irmão, o futuro Afonso IV, filho legítimo de Dom Dinis. O herdeiro, temia perder a herança para seu irmão Afonso Sanches, o que 
causou uma guerra civil.
     Afonso Sanches foi exilado no Reino de Castela.
     Foi casado com Dona Teresa Teles de Meneses - filha do Conde de Barcelos João Afonso Teles de Meneses e de Teresa Sanches - filha bastarda do Rei de Castela Dom Sancho IV.
     O trovador Dom Afonso Sanches foi pai do famoso guerreiro João Afonso de Albuquerque, que ganhou fama nas lutas contra o rei de Castela - Pedro, o cruel.



DOM DINIS I , o Lavrador - REI DE PORTUGAL E DOS ALGARVES
Rei Dom Dinis I
       Antepassado há 20 gerações de Modestino Pereira Nunes, Dom Dinis também alcunhado de Rei-Poeta, nasceu em Santarém em 9 de Outubro de 1261, filho do rei Dom Afonso III, e da infanta Dona Beatriz de Castela, subiu ao trono com 17 anos, foi o 6º Rei de Portugal. Casou com a infanta Isabel de Aragão, - a qual foi chamada de a Rainha Santa -, da qual teve os filhos Afonso IV, e Constança (casada com o rei Fernando IV de Leão e Castela).
     Dom Dinis teve muitos outros filhos fora do casamento, mas dentre todos, o que mais gostava era Dom Afonso Sanches.
     Um dos reinados mais profícuos da história lusitana, foi ele quem assinou em 1297 o célebre Tratado de Alcanizes, a qual definiu as fronteiras com Castela, e d'aquela época até a atualidade, pouco se mudou das fronteiras portuguesas.
     Criou a primeira universidade do reino (Universidade de Coimbra), a qual tinha as faculdades de Artes, Direito Canônico, Direito Civil e Medicina. Tornou a língua portuguesa oficial no reino. Abrigou os cavaleiros templários, na recém fundada Ordem de Cristo. Ampliou o pinhal de Leiria, plantado por seu pai, a qual forneceu no futuro madeira para os navios dos descobrimentos portugueses.
     Poeta como seu avô Alfonso X rei de Castela. deixou largo espólio literário que chegaram a atualidade.

ALFONSO X, El Sábio - REI DE CASTELA, E LEÃO
     Antepassado há 22 gerações de Modestino Pereira Nunes; avô materno de Dom Dinis; filho do rei Fernando III de Castela e Leão e Beatriz da Suábia. Afonso X era também trineto de Dom Afonso Henriques.
     Nasceu em 23 de Novembro de 1221 em Toledo. Empreendeu grandes feitos na reconquista da Península Ibérica, foi poeta, jurista, astrônomo. Promoveu o Castelhano à língua oficial do reino, em sua corte em Toledo, conviviam poetas, cientistas, músicos, judeus, árabes e cristãos. Impulsionou a Escola de Tradutores de Toledo. Promoveu a feitura da História da Espanha, e História Universal. No direito instituiu as famosas LIBRO DE LAS LEYES, ou SIETE PARTIDAS, conjunto legislativo composto por grandes juristas da época, e dirigidos pessoalmente pelo rei, e que tinha por objetivo dar uniformidade jurídica no seu reino.
      

AFONSO HENRIQUES - 1º REI DE PORTUGAL
Rei Dom Afonso I
     Antepassado há 24 gerações de Modestino Pereira Nunes; trisavô de Dom Dinis. Dom Afonso I nasceu em Guimarães ou Viseu, por volta de 1109, filho de Dom Henrique - Conde do Condado Portucalense - e de Dona Teresa de Leão. Dona Teresa é filha bastarda do Rei de Leão Afonso VI, a qual presenteou o genro com a criação do Condado Portucalense - semente do futuro Reino de Portugal -, o condado era uma faixa de terra entre os rios Douro e Minho.
     O seu pai - Dom Henrique de Borgonha é bisneto do rei da França Roberto II. 
     Governou Portugal após a batalha de São Mamede, episódio fundamental para a independência do novo país. Em 1143 seu primo - Afonso VII (neto de Afonso VI), novo rei de Leão, no Tratado de Zamora reconheceu a independência lusitana.
     Casado com Dona Mafalda de Sabóia, governou Portugal por 57 anos, conquistou várias cidades vencendo os sarracenos, incluso Lisboa. Foi sucedido pelo filho Dom Sancho I. Dom Afonso Henriques foi um grande guerreiro, político e estrategista, Portugal deve a ele a sua existência como nação.
     Também é antepassado em 27 gerações dos jovens príncipes brasileiros: Dom Rafael Antonio, e Maria Gabriela de Orleans e Bragança.





RAMON BERENGUER III - CONDE DE BARCELONA, de Girona, de Osona, de Besalú, da Cerdanha e da Provença
Conde Ramón Berenguer III
Pintura de Mariano Fortuny
     Antepassado na 25ª geração de Modestino Pereira Nunes; Ramon Berenguer III (Raimundo Berengário III) é tetravô do Rei Dom Dinis.
Nasceu em Rodes, França, em 11 de Novembro de 1082, filho do Conde Ramon Berenguer II e de Dona Matilde da Apúlia.
     O episódio lendário  de sua coroação foi encenado no filme "Las Hijas d'El Cid".
     Casou em primeira núpcias com Maria Rodriguez - filha de El Cid; em segundas com Almodis; e em terceiras com Dulce I, condessa da Provença.
     De seu último matrimônio nasceu Ramón Berenguer IV, que herdou a atual Catalunha, na qual foi unida com Aragão, pelo seu casamento com Petronila, herdeira d'aquele reino (trisavós de Dom Dinis).
A seguir, cena final do mencionado filme:

IMPERADOR CARLOS MAGNO
     Rei dos Francos, e Imperador Romano-Germânico. Undecavô de Dom Afonso Henriques. Antepassado em 36 gerações de Modestino Pereira Nunes.
     Nasceu por volta do ano de 742, filho do rei Pepino, o Breve, e da rainha Bertha de Laon.
     Governou grande parte da Europa Central.

AKA MAKHIR BEN HABIB DAVID
     Da descendência do Rei David, possivelmente 52ª gerações após o rei bíblico, é antepassado de Modestino Pereira Nunes (bisavô de Marcell Castro) na 38ª geração.
     Decavô do rei Afonso V de Leão, que por sua vez é trisavô de Dom Afonso Henriques, este tetravô de Dom Afonso Sanches, este hexavô de Vasco Fernandes Coutinho, tetravô de Lucrécia Viegas Coutinho, que é trisavó de Leocádia Pereira Nunes, esta avó de Modestino Pereira Nunes - primeiro contador de Barra Mansa.
     Aka Makhir, filho de Habib ben Natronai, judeu da linhagem do Rei David, morava no Iraque, no século VIII, e foi convidado para ir à França pelo rei dos francos, através de um trato entre este e o califa de Bagdad.
     Casou-se com Aude da França, e residiu em Narbona. Carlos Magno concedeu-lhe benefícios.
     Os motivos da vinda de Aka Makhir, bem como sua vida na França constituem mistérios, e são fontes de lendas.

Família Castro - 
Hermogenes de Castro

HERMOGENES DE CASTRO
     Bisavô de Marcell Castro. Chamado de Guinho, nasceu em Perdões de Lavras - MG em 1899. Terceiro filho de Sinval Odorico de Castro e de Maria Berenice da Silva.
     Casou-se com Laurita Luiza de Castro - filha do Bento José Lopes de Abreu e Idalina Luiza de Jesus.
     Habitou em Ribeirão Vermelho, Andrelândia, Falcão, e veio definitivamente para Barra Mansa, onde seu filho Juca - avô de Marcell Castro já estava.
     Era ferroviário.
     A sua irmã Julieta de Castro Oliveira com o cunhado Elói Oliveira, também vieram à Barra Mansa.

Sinval Odorico de Castro
SINVAL ODORICO DE CASTRO
     Trisavô de Marcell Castro. Nasceu em Perdões de Lavras - MG, em 16 de Março de 1868. Filho primogênito de Hermogenes Protásio de Castro Ballico e de Maria Candida do Amaral.
     Casado com Maria Berenice da Silva. Foi pai de: Marieta, Boanerges, Hermogenes, Maria, Antonieta, Joana, Julieta, Dagmar, Sinval e José.
     Era político, da agremiação local - Partido das Rolinhas. Foi também o primeiro contador de Perdões, e músico como seu pai.

HERMOGENES PROTASIO DE CASTRO BALLICO
     Tetravô de Marcell Castro. Nasceu por volta de 1844, era professor de ensino normal, e de música em Perdões de Lavras - MG. Era chamado de 'Mestre Ballico', e em Perdões há uma extensa rua com o seu nome.
     Casado com Maria Candida do Amaral, foi pai de Sinval e Zozima.
     Com Dona Gabriela foi pai de Otávio de Castro, José de Castro e Abigail de Castro. Também foi pai de Maria Rosalina de Castro.
Mestre Ballico - tetravô de Marcell Castro - , na foto
entre outros músicos de Perdões - MG. Foto: 'Folha Perdões'



Rua Mestre Ballico em
Perdões - MG - Imagem: Google

















Família Lopes de Abreu - 
Bento José
Lopes de Abreu

BENTO JOSÉ LOPES DE ABREU
     Trisavô de Marcell Castro. Nasceu em Ponte da Barca, na antiga província do Minho em Portugal filho de José Lopes de Abreu e Maria Rosa de Abreu por volta de 1852, veio para o Brasil com 18 anos, morou em Juiz de Fora. Na política foi vice-Presidente do Club Democrático 1º de Janeiro.
     Migrou à Ribeirão Vermelho, onde fez parte da agremiação local - Partido dos Gaviões. Foi também negociante, e gerente da Cia Agrícola e Industrial de Minas Gerais.
     Foi casado com Maria, e gerou aos filhos: Izolina, Alberto e Antônio; depois com Idalina Luiza de Jesus (de Candeias - MG) - trisavó de Marcell Castro -, gerou: Bento, José, Laurita Luiza, Rosa, e Josephina.
Ministro João Baptista de Abreu -
Foto: Secretaria de Arquivo do
Senado Federal.


     Seu filho José Bento Lopes de Abreu foi prefeito de Ribeirão Vermelho - MG.
N'aquela cidade há em sua homenagem a Praça Bento de Abreu.

     Seu bisneto João Baptista de Abreu - neto de seu filho Alberto de Abreu -, foi o nono Ministro do Planejamento da história do Brasil, durante o governo do Presidente José Sarney.





Família Paterna - 
Brasão da Família Lugon
     Os avós paternos de Marcell Castro - Sebastião e Maria, vieram de Divino - MG, para Volta Redonda. Sr. Sebastião trabalhou por muitos anos na CSN. E trouxe o pai dele - Simião -, e suas irmãs para morarem em Volta Redonda e Barra Mansa.
     Dorcilina Alves de Oliveira, mãe de Maria, também veio de Minas com alguns filhos, e habitou em Barra Mansa por muitos anos.
     Bisavó Dorcilina, filha de José Elias Lugon, é descendente de suíços da família LUGON.

Conheça Marcell Castro

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